sexta-feira, 27 de agosto de 2010

De Janeiro à Janeiro




De Janeiro à Janeiro
Roberta Campos


Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar
As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar

Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
As loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar

Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar

Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de Janeiro Á janeiro
Até o mundo acabar





"Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."

Vinícius de Moraes






"O amor é a capacidade de rir juntos."

Françoise Sagan





Thaís,

Quando as probabilidades indicavam um futuro incerto, você apareceu e me deu a alegria de um presente e a esperança de um futuro.
Sua presença e companhia torna cada dia melhor, e o desejo de tê-la sempre por perto cada vez maior.
Obrigada por cada instante e por cada sentimento que despertaste em mim.

Te adoro.

Gi.




Gisa Lima

Um comentário:

Alice disse...

Que gracinha! Acho muito fofas declarações públicas de afeto.

"pelo poder da verdade, eu, enquanto vivo, conquistei o universo"

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